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Guia para o combate à discriminação nos Municípios

Guia para o combate à discriminação nos MunicípiosExistem três formas de apreender as relações entre a sociedade e o território. Em primeiro, os territórios podem ser estudados numa perspectiva concreta, quantificável, correspondendo a espaços preenchidos com a acumulação de factos sociais e sendo as distâncias sociais entre grupos expressas em categorias como separação/integração social. Em segundo, os territórios emergem de uma negociação contínua, revelando uma realidade material e um significado simbólico, expressando padrões espaciais e também relações sociais. Estes territórios relacionais encerram processos que constroem categorias sociais que são delineadas através de práticas materiais discriminatórias (pelos mercados e instituições). Em terceiro, os territórios marginalizados pelas discriminações (racismo, colonialismo, patriarcado...) sendo os territórios “na margem” podem constituir eles próprios a dimensão – como diria Soja (1996), o “terceiro espaço” – para a construção de identidades flexíveis, e sair das análises tradicionais sobre divisões binárias “homem/mulher, normal/deficiente, jovem/idoso...”, construindo novas formas de identificação e de relacionamento onde emergem identidades híbridas (Bhabha, 1994), cujos processos estão na origem de algo diferente, novo, uma nova área de negociação e de sentido ou de representação.

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Estudo sobre a discriminação em função da orientação sexual e da identidade de género

Estudo sobre a discriminação em função da orientação sexual e da identidade de géneroA necessidade de conhecer, de forma científica e rigorosa, a dimensão e os contornos da discriminação com base na orientação sexual no nosso país motivaram a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género a promover a realização deste estudo.
Os objectivos fixados para a sua realização permitiram que, apesar de outras investigações já existentes nesta área, este estudo tenha um carácter pioneiro.

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Mulheres Imigrantes Empreendedoras

Capa Mulheres Imigrantes Empreendedoras“São várias, estimulantes e pertinentes as questões de partida, às quais os/as autores/as procuram dar resposta através do cruzamento virtuoso entre a abordagem metodológica quantitativa e a qualitativa, a saber: que características assume o empreendedorismo imigrante feminino em Portugal, em que sectores de actividade se concretiza, quais os tipos de negócio, quais as fontes de financiamento, com que oportunidades e dificuldades práticas se depara? Como se traça o perfil (ou os perfis) das mulheres imigrantes que desenvolvem esse projecto laboral ? Como conciliam a iniciativa empreendedora com a vida profissional e pessoal? Quais as suas trajectórias de vida e como se tem desenhado o seu percurso migratório? Corresponde o empreendedorismo a um projecto de mobilidade socioeconómica, de capacitação e emancipação das mulheres que o protagonizam? Como podem ser concebidos e implementados programas e políticas de apoio eficazes ao empreendedorismo imigrante feminino?”

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As Mulheres e a República
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O Feminino e o Masculino nos materiais escolares – (in)Visibilidades e (des)Igualdades

Capa da PublicaçãoO presente Guia constitui um instrumento de análise das representações sociais de género veiculadas pelos manuais escolares e outros produtos pedagógicos.

Pretende-se, deste modo, contribuir para a generalização de um olhar sensível às concepções sobre o feminino e o masculino que predominam nestes materiais, o que significa ter em atenção a presença e a ausência de mulheres e de homens e o modo como surgem representadas umas e outros.

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